08 de agosto de 2012 Terceiro e maior ato realizado pela União das Entidades Representativas de Carreiras de Estado contou com apoio de parlamentares, policiais rodoviários federais, policiais civis do DF e de servidores do Judiciário
Os dirigentes foram unânimes ao relembrar a essencialidade das carreiras ali representadas para o desenvolvimento do País e a possível fuga de profissionais qualificados que a corrosão salarial pode gerar. Segundo os manifestantes, a postura do MPOG durante toda a campanha salarial – de não responder às demandas e adiar diversas vezes o prazo para resposta final – não condiz com a valorização das atividades exercidas pelos servidores.
Além da necessidade de recomposição dos vencimentos, outras pautas foram lembradas pelos dirigentes como fundamentais para o bem do serviço público. Um exemplo é a necessidade de se estabelecer parâmetros meritocráticos para o acesso a cargos comissionados. Na ocasião, a ANESP distribuiu braçadeiras da Associação para os EPPGGs que apoiavam o movimento. Além de Dantas, outros três dirigentes também representaram a entidade: o presidente, Trajano Quinhões, e os diretores Afonso Pacífico e Geraldo Horta. Reunião com a SRT Os representantes dos servidores reforçaram que as manifestações conjuntas não acabarão após o dia 31 - data final para envio da Lei Orçamentária Anual (LOA) ao Congresso Nacional (leia mais sobre isso aqui). Eles também lembraram que estão dispostos a negociar e que a postura de enfrentamento é em resposta à conduta governista no processo. Fonte
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Perto do início da semana em que o governo se comprometeu em responder às demandas dos servidores sobre aumentos salariais, a União das Entidades Representativas de Carreiras de Estado realizou sua terceira manifestação conjunta (leia mais sobre as primeiras
“A pergunta que deve ser feita não é quanto o Estado gastará se atender as demandas das carreiras, mas sim quanto perderá se não atendê-las” - alertou o diretor da ANESP Valmir Dantas, um dos que discursaram na ocasião.