A primeira edição do IntegrANESP reuniu associadas e associados e suas famílias em uma tarde dedicada à confraternização e ao fortalecimento dos vínculos entre integrantes da carreira.
ANESP lança a série de artigos “Um Estado para o Futuro”, que reunirá reflexões de EPPGGs sobre temas estratégicos para o debate eleitoral brasileiro, a partir de uma perspectiva de defesa e fortalecimento dos serviços públicos e da democracia.
Elisandra Paiva Rodrigues, gestora governamental de Pernambuco e integrante do Sindgestor/PE, assume a presidência para o período 2026-2028, tendo Daniel Pitangueira de Avelino, presidente da ANESP, como primeiro vice-presidente.
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A ANESP realizou, em 1º de agosto, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual e presencial, em Brasília.
O sarampo e outras doenças transmissíveis causam grande preocupação e sofrimento. Várias delas podem ser controladas ou mesmo eliminadas com a utilização de vacinas já disponíveis, ao lado de medidas de contenção amplamente conhecidas pelos profissionais de saúde, como comunicação adequada, isolamento de casos, uso de máscaras e controle de contatos. Para tanto, é fundamental extrair ensinamentos da experiência recente e, nesse aspecto, o contraste apontado nesse texto evidencia que o trabalho desenvolvido no Brasil pode ser tomado como caso de sucesso para inspirar políticas em outros países. Resta valorizar o SUS, o PNI e frear o negacionismo científico que se espalha pelas Américas.
O último sábado (19) foi de encontro, samba, feijoada e muita conversa entre EPPGGs de diferentes gerações. Promovido pela ANESP, a primeira edição do IntegrANESP reuniu associadas e associados e suas famílias no Clube Vizinhança 1, em Brasília, em uma tarde dedicada à confraternização e ao fortalecimento dos vínculos entre integrantes da carreira.
Até 2025, a imensa maioria do povo brasileiro jamais havia escutado o termo “terras-raras”, introduzido de maneira imprevisível no debate público do país pelo presidente norte-americano Donald Trump, no contexto das sanções tarifárias impostas às exportações de produtos brasileiros aos EUA. O presidente insinuou que esse tema constituiria uma espécie de senha para destravar as negociações que ali se iniciavam e que até hoje, para todos os fins práticos e por razões políticas (e não técnicas), avançaram pouco. Os americanos também usaram o tema num tom mais ameaçador contra os dinamarqueses ao sugerirem que precisariam tomar a Groenlândia para garantir que minerais críticos, dentre eles as terras-raras, não caíssem em “mãos erradas” – chinesas, no caso.
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O sarampo e outras doenças transmissíveis causam grande preocupação e sofrimento. Várias delas podem ser controladas ou mesmo eliminadas com a utilização de vacinas já disponíveis, ao lado de medidas de contenção amplamente conhecidas pelos profissionais de saúde, como comunicação adequada, isolamento de casos, uso de máscaras e controle de contatos. Para tanto, é fundamental extrair ensinamentos da experiência recente e, nesse aspecto, o contraste apontado nesse texto evidencia que o trabalho desenvolvido no Brasil pode ser tomado como caso de sucesso para inspirar políticas em outros países. Resta valorizar o SUS, o PNI e frear o negacionismo científico que se espalha pelas Américas.
Até 2025, a imensa maioria do povo brasileiro jamais havia escutado o termo “terras-raras”, introduzido de maneira imprevisível no debate público do país pelo presidente norte-americano Donald Trump, no contexto das sanções tarifárias impostas às exportações de produtos brasileiros aos EUA. O presidente insinuou que esse tema constituiria uma espécie de senha para destravar as negociações que ali se iniciavam e que até hoje, para todos os fins práticos e por razões políticas (e não técnicas), avançaram pouco. Os americanos também usaram o tema num tom mais ameaçador contra os dinamarqueses ao sugerirem que precisariam tomar a Groenlândia para garantir que minerais críticos, dentre eles as terras-raras, não caíssem em “mãos erradas” – chinesas, no caso.
O fim da escala 6x1 não significa necessariamente que as pessoas pararão de produzir. Tem gente que terá interesse em se qualificar, outros que usarão o dia livre para iniciar ou desenvolver um negócio próprio. Da mesma maneira, há pessoas que usarão esse tempo para se engajar politicamente com suas comunidades, tomar conta da própria saúde e da família, acessar mais serviços e equipamentos públicos ou para folga mesmo. Junto com a medida trabalhista, vem uma democratização do tempo, reforçando as condições para que as pessoas possam exercer seus direitos, seja ao trabalho e à livre iniciativa, à cidadania ou ao descanso. Por isso, a adesão popular à proposta tem sido gigantesca.
Em conversa com a ANESP, a EPPGG Lilian Rahal falou sobre o enfrentamento à fome no Brasil. “É um período de retomada das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional e de um modelo bem sucedido que o Brasil mostra para o mundo – de desenho, coordenação e implementação de políticas que têm resultados efetivos na garantia da segurança alimentar e nutricional da nossa população”, afirma.
A questão climática vai além da temática ambiental: envolve justiça social e econômica, saúde, cidades resilientes. Problema de natureza transversal, a crise do clima dialoga diretamente com a lógica de atuação da carreira de EPPGG. Essa é a avaliação de Aloisio Melo, EPPGG que atua como secretário Nacional de Mudança do Clima no Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
A ANESP realizou no sábado, dia 1º de agosto de 2026, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual (pela plataforma Zoom) e presencial, no Cozinhas da Terra, em Brasília.
A ANESP
Fundada em 10 de maio de 1989, a ANESP é uma entidade democrática, independente, sem caráter político partidário ou religioso, que congrega e representa os Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGGs) e tem entre seus objetivos defender o aperfeiçoamento da gestão pública e da formulação, implementação e avaliação de políticas públicas, promovendo, inclusive, estudos, pesquisas, ações de advocacy e eventos que contribuam com essas finalidades.